Carioca, nascido em 1949 no bairro de São Cristóvão, casado com a médica Maria de Fátima Pinheiro, dois filhos e dois netos, o médico-pediatra Paulo Pinheiro formou-se após cursar seis anos na Faculdade de Ciências Médicas da UEG (atual UERJ). Concluiu a pós-graduação em Pediatria da PUC na Policlínica de Botafogo, com o Professor Álvaro Aguiar, e tem os títulos de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e de Administração Hospitalar pela UERJ. (Continua)

29 de mai. de 2008

Gente que faz

Vamos dar início a uma nova seção do blog chamada "Gente que Faz", onde pretendo relatar minhas experiências com pessoas que, apesar de todas as adversidades, fazem diferença no mundo.



Hoje falaremos da Pensão da Tia Maria, em Realengo

Localizada num dos bairros de menor poder aquisitivo do Rio de Janeiro, a Pensão da Tia Maria oferece àqueles que trabalham na região uma excelente opção para o almoço. Entre os seus frequentadores, encontramos um grande número de funcionários do Hospital Albert Schweitzer. São 450 refeições por dia, tendo como carro-chefe a feijoada das sextas feiras e o empadão de frango. O estabelecimento é administrado por uma capixaba de São José dos Calçados, a Tia Maria, junto com seu filho e neto. Onze funcionários servem diariamente diversas refeições sob seu comando, e tudo é vendido à quilo.

Tia Maria trabalhou na lavoura até os nove anos de idade, e chegou ao Rio de Janeiro aos dez. Aqui, trabalhou por um tempo como cozinheira em casa de família, mudando-se posteriormente para Juiz de Fora, onde, na mesma função, passou alguns anos em uma repartição militar. Também trabalhou um período com congelados, na extinta fábrica de sorvetes "Sem Nome", e, finalmente, abriu sua própria pensão há 17 anos atrás.
A rotina de trabalho na pensão é extenuante para uma militante da terceira idade. De seis às dez da manhã, ela bate uma bola na cozinha. A partir das onze, atua na caixa registradora, até as 17. após um pequeno descanso, reinicia o trabalho de preparação dos alimentos para o dia seguinte, o que dura das 21:00 até 1:00 da madrugada.
Todas as vezes que visito o Hopital Albert Schweitzer, há pelo menos dez anos, almoço na Pensão. Garanto que o feijão da Tia Maria é de primeira qualidade!

A pensão se localiza na Rua Nilópolis, n.º 110, Realengo,
em frente ao Hospital Albert Schweitzer.


A Capelania do Hospital Estadual Albert Schweitzer

Em visita ao Hospital Albert Schweitzer em Realengo, conhecemos um interessantíssimo trabalho efetuado junto à pacientes e funcionários e comandado pelo funcionário João Valter Teodoro, onde um grupo de voluntários ajuda a confortar os pacientes internados na instituição.

Ao conversar com Joaquim Rosa Dutra e Paulo César da Silva, voluntários da Capelania, procuramos compreender este trabalho, que ajuda a enfrentar os graves problemas enfrentados naquela instituição, além das dificuldades por que passa um cidadão internado num hospital de emergência.

Todos os dias o grupo visita as enfermarias e os serviços do hospital e, durante quinze minutos, passa uma mensagem de confiança e tranquilidade. O serviço também é oferecido aos acompanhantes dos internados.

Como os temas abordados são religiosos, existem representantes das igrejas católica, evangélica e dos umbandistas, com o intuito de abranger a maior parte possível das crenças.

no final, almoçamos com os voluntários

É uma boa idéia que deveria ser ampliada para as outras unidades de saúde do Rio de Janeiro.

Mulheres da Tijuca discutem problemas de Saúde

Aproveitando que o dia 28 de Maio foi o Dia Internacional de Ação Pela Saúde das Mulheres, ministrei nesta quarta feira, dia 29 de maio, uma palestra no Tijuca Tênis Clube para 50 mulheres do Centro de Atualização Feminina, onde discutimos os problemas de saúde do Rio de Janeiro.

A palestra foi muito interessante devido à boa participação das mulheres presentes. Foram enfocados os problemas de promoção da saúde e da prevenção das principais doenças que acometem as fluminenses. Falamos sobre a prevenção das doenças cardiovasculares, do câncer e das causas externas.

No mês de julho será feita uma nova palestra com a discussão de novos temas. Deixamos aberto o nosso blog, para que as participantes desdobrassem a palestra em outras discussões. Quase todas confirmaram que têm cumprido todas as exigências de promoção da saúde e prevenção das doenças.

28 de mai. de 2008

Campanha de Doação de Órgãos

Vídeo da Campanha de Doação de Órgãos realizado pelo Serviço de Captação de Órgãos e Tecidos da Santa Casa de São Paulo.

A fila de espera por transplantes no Brasil atualmente tem mais de 60 mil pessoas. Esse vídeo foi feito com a intenção de estimular a prática e reduzir o tempo de espera na fila.

Assita e divulgue!

NOVA LEI ARROCHA OS MOTORISTAS BÊBADOS

Projeto de lei aprovado nesta terça-feira (27/8) pela Câmara dos Deputados prevê maior rigor contra os motoristas que insistem em beber e assumir a direção dos automóveis.
Até a aprovação desta lei, o código de trânsito considerava alcoolizado o motorista que apresentasse no sangue níveis superiores a 6 decigramas de alcool por litro. A partir da nova lei, qualquer quantidade de álccol encontrada no sangue de motoristas será considerada como crime.
A nova lei aprovada também prevê a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas zonas rurais das rodovias federais, liberando para venda as zonas urbanas. Também nesta lei está prevista a mundança de homicídio culposo para doloso nos casos do motorista bêbado.

Como deputado estadual, aprovei uma lei que obriga todos os envolvidos em acidentes de trânsito a ter sangue colhido para a execução do exame de alcoolemia. Apesar disso, os governos estaduais do RJ nunca regulamentaram esta lei. Espero que com esta nova lei federal, a lei da alccolemia possa passar a ser cumprida aqui no nosso estado.

NOVIDADES SOBRE A NOVA CPMF

A Câmara dos Deputados deverá colocar em votação nesta quarta-feira (28/5) o projeto de lei (PL) que cria a Contribuição Social da Saúde (CSS), novo nome dado à antiga CPMF. A nova contribuição deverá ser de 0,1 % sobre a movimentação financeira (diferente da CPMF que era de 0,38 %). Além disso, toda a arrecadação deverá ser utilizada pela saúde.
A nova proposta deverá ser incluida na Emenda Constitucional 29, que já tinha votação marcada para amanhã. Segundo informações dos deputados da base aliada, os trabalhadores com rendimentos inferiores a três salários mínimos ficarão isentos. Se aprovada, a lei deverá vigorar em 120 dias.
A nossa enquete (aí em cima, do lado direito) pergunta a você sua opinião a respeito do assunto. Até ontem 85% das respostas eram contrárias ao novo imposto (ou contribuição). Opine já!

27 de mai. de 2008

A ENSP FAZ NOVA DISCUSSÃO SOBRE OS EFEITOS DA DENGUE NO RJ

Abaixo segue matéria piblicada pelo informe da Ensp sobre a reunião realizada pelo Observatório de Conjuntura da Política de Saúde da ENSP, quando foram discutidas as repercussões da epidemia de dengue no RJ.


Encontro de Conjuntura e Saúde debate o papel político da epidemia de dengue no Rio de Janeiro, buscando tirar do fato lições que ajudem a evitar tragédias semelhantes e, mais do que isso, sirvam de ponto de partida para o aperfeiçoamento do SUS, vinte anos depois de sua criação. Participaram do debate, realizado no dia 16 de maio, no auditório da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) os pesquisadores Paulo Sabroza (ENSP/Fiocruz) e Amélia Cohn (Unisantos/Cedec) e o ex-deputado Paulo Pinheiro. Os arquivos de texto e áudio do evento estão disponíveis na Biblioteca Multimídia da ENSP. O encontro de Conjuntura e Saúde é promovido quadrimestralmente pelo Observatório de Conjuntura da Política de Saúde da ENSP em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes),

Ao abrir o evento, Sarah Escorel, pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (Daps) e coordenadora do Observatório de Conjuntura da Política de Saúde da ENSP, citou o artigo ‘O papel político das epidemias: o caso Yanomami’ da antropóloga Alcida Ramos (UNB), como fonte de inspiração para o Encontro.

“Nesse texto, a professora fala sobre vários aspectos da invasão de terras Yanomami por milhares de garimpeiros, a partir de 1987, levando inúmeras doenças para tribo. Ela mostra de que forma as várias denúncias sobre as péssimas condições de saúde dos índios e dos estragos ambientais causados pelo garimpo revelaram interesses que existiam na situação, acabaram atraindo a atenção internacional e forçaram o governo brasileiro a criar um programa emergencial de saúde e, finalmente, a demarcar as terras dos Yanomamis”, explicou, completando: “A epidemia de dengue no Brasil e, principalmente, no Rio de Janeiro, por sua vez, revelou um caos no sistema de atenção à Saúde que serve a alguns interesses. A pergunta que queremos responder é: a quem isso interessa e como isso pode reverter positivamente para o SUS, 20 anos depois da Reforma Sanitária?”.

Palestrantes abordam aspectos diversos de uma realidade que precisa mudar

O epidemiologista Paulo Sabroza iniciou sua palestra ‘Dengue no Rio de Janeiro: crise e controle de endemias no SUS’ destacando a necessidade de fazer uma “certa autocrítica”. “O meu papel aqui é refletir sobre o que fizemos no que diz respeito ao controle de problemas coletivos de saúde nos últimos 30 anos e mostrar se estamos ou não preparados para lidar com situações de crise”.

O pesquisador apresentou a epidemia como uma crise social que se inicia, no nível dos determinantes, com uma condição de vulnerabilidade e passa, já no nível do indivíduo e da sociedade, pelas condições de risco e perigo até, caso não seja controlada, acabar em desastre. “Na sua dimensão política, a epidemia é uma crise não só pelo elevado número de casos de doenças, mas porque revela problemas da organização social e dificuldades que o modelo hegemônico tem para dar conta desses problemas”, afirmou. Ao longo de sua palestra, na qual utilizou como exemplo a atual epidemia de dengue, Paulo Sabroza abordou, entre outras coisas, a ecologia do processo endêmico-epidêmico, a organização do espaço urbano e da atenção básica no estado e no município do Rio, as operações e ações de controle, a questão da informação em saúde e as questões de política de saúde, envolvendo, principalmente, a confusão e indefinição do papel a ser desempenhado pelo município, pelo estado, pelo governo federal e pelos conselhos de saúde.

Amélia Cohn, por sua vez, baseou sua apresentação em dois aspectos: o da crise em si, provavelmente maior e mais abrangente do que a epidemia de dengue revelou, e o fato de que essa crise põe em cheque todos os princípios defendidos pelo movimento da Reforma Sanitária na construção do SUS. Recordando o discurso de posse do atual ministro José Gomes Temporão, destacou a questão da governança em saúde e lembrou que, com a descentralização da saúde, a área de prevenção e controle de endemias foi “destruída em sua verticalização”. “Isso cabe ao estado e isso ao município... o caso é que, muitas vezes os vetores das doenças ‘pulam a cerca’ e vão para os municípios vizinhos”, exemplificou, destacando que isso muitas vezes acarreta, por questões políticas, dificuldade de resposta técnica aos problemas que surgem.

Segundo ela o momento, o momento é de refletir sobre a Reforma Sanitária. “Precisamos reinventar a Reforma Sanitária. Não é inventar outra coisa e jogar a criança fora com a água do banho, mas é manter a dimensão do local estratégico que ocupamos para buscar soluções para os problemas de governança das políticas de saúde. Nós precisamos fazer a reforma da Reforma”, frisou.

As questões locais da crise foram o foco da fala do ex-deputado Paulo Pinheiro durante o encontro. “Quem são os responsáveis pela tragédia que se abateu sobre o nosso país, o nosso estado e o nosso município?”, perguntou o palestrante, ao começar sua análise sobre os diversos atores envolvidos na questão. Para ele, o descompasso entre as autoridades sanitárias dos níveis federal, estadual e municipal tem sido uma marca local, com destruição da rede de serviços e, conseqüentemente, com sérios prejuízos para a população do Rio. “O diagnóstico da epidemia de dengue nos mostrou claramente que no Rio de Janeiro, nós não temos nenhum respeito ao controle social e nem às políticas de descentralização e que todas as políticas implementadas no Rio de Janeiro e coordenadas pelo Ministério da Saúde têm resultado em grandes insucessos”, concluiu.

Durante o debate, do qual participaram várias pessoas presentes, a vice-presidente do Cebes, Lígia Bahia, aproveitou para divulgar a Reunião de Conjuntura, a ser realizada pelo Cebes, nesta segunda-feira (26/05), às 18h, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (Campus da Praia Vermelha). Ela ressaltou a importância da constante troca de conhecimento entre profissionais de áreas distintas da saúde para que seja possível a volta de discussões mais amplas como as que resultaram na reforma sanitária. "Nós nós queremos discutir o que é inaceitável para o SUS. A nossa idéia é que nos 20 anos do SUS não basta fazermos apenas uma apologia do que foi feito, mas sim produzir um pensamento, um movimento sobre o que não podemos aceitar no SUS", enfatizou.

26 de mai. de 2008

O TRÂNSITO E SUA BRUTAL VIOLÊNCIA II

Na última semana, todos os cariocas ficaram chocados com a agressão da qual foi vítima um cidadão-transeunte na Tijuca. Êle atravessava a rua na faixa de segurança, em frente a um super mercado na rua Almirante Cocrane, acompanhado de 2 filhos (de 10 e 12 anos) e de um amigo dos filhos. Como um mau motorista havia avançado o sinal e quase os atropelou, o cidadão reclamou, xingando-o e o resultado foi uma tragédia. O motorista saltou do carro e, com um instrumento de ferro, agrediu brutalmente o cidadão, que acabou internado num hospital de emergência com afundamento do crâneo e em coma. Após a agressão o motorista fugiu.
Alguns dias após, depois de identificado pela polícia, descobrimos que o motorista assassino é um psicopata que não poderia estar dirigindo um veículo pelas ruas.
Também aqui somos obrigados a cobrar das autoridades uma reavalição no nosso processo de controle das carteiras de motorista. Algo está muito errado.
Estes fatos devem nos alertar para as nossas atividades como CIDADÃOS: precisamos participar mais da vida comunitária, precisamos usar os modernos meios de comunicação para cobrar os nossos direitos, precisamos fiscalizar e cobrar mais atitude daqueles que colocamos nas casas legislativas, para que ocorram mudanças nestes setores vitais para a vida em sociedade.

O TRÂNSITO E SUA BRUTAL VIOLÊNCIA

A cada dia que passa tomamos conhecimento de mais e mais casos de violência no trânsito. Primeiro vamos falar dos chamados "acidentes". Nestes últimos dias, três ocorrências nos chocaram brutalmente. O primeiro foi na Av. Beira Mar, onde um carrão blindado entrou pela contra-mão e colidiu com um táxi que trafegava corretamenete pelo local. O resultado da irresponsabilidade do motorista do "carrão" foi a destruição parcial do taxi e a morte do seu motorista. O causador do acidente, ocorrido no final da madrugada, nada sofreu porque o seu veículo, além de blindado, possuia vários equipamentos de segurança como air bag. Os dois voltavam de uma noitada na Lapa e sairam da delegacia sorrindo.
Outros dois casos emblemáticos aconteceram neste último final de semana: quatro jovens morreram nas ferragens de um carro que colidiu contra um poste na Av. Brasil. Eles também voltavam de uma noitada numa casa de shows na baixada fluminense. No outro caso, também no fim da madrugada, dois jovens morreram numa colisão em Campo Grande, quando também voltavam de uma casa de shows no bairro da zona oeste.
A estatística do Corpo de Bombeiros mostra há anos que os acidentes de trânsito ocorrem em número assustador nas madrugadas de sexta pra sábado e de sábado para domingo, sempre envolvendo jovens que misturam álcool e direção.
Precisamos mudar a nossa abordagem diante destes fatos. Não adianta somente lamentar diante das cenas de pais chorando ao lado dos corpos de seus filhos. É preciso cumprir a legislação já existente e enduredê-la um pouco mais. Agilizar os os exames de alcoolemia nas principais vias da cidade, prender os responsáveis pelos crimes de trânsito e aumentar o efetivo de policiamento de trânsito nas principais vias onde ocorrem rotineiramente os "acidentes". Sem falar da necessidade de campanhas educativas de trânsito efetivas.

18 de mai. de 2008

A possível recriação da CPMF

Os deputados que compõem a base do governo Lula já avisaram ao Planalto que será quase impossível não aprovar a regulamentação da EMENDA CONSTITUCIONAL 29, o que aumentará os gastos do governo federal com saúde para 10 % de sua receita bruta.

Diante desta situação, os parlamentares levaram à equipe econômica a proposta de uma nova CPMF, agora com alíquota menor (0,05 ou 0,06 %). Mas aí surge um grande problema: Como a opinião pública irá reagir a uma nova CPMF, se o governo já demonstrou que houve um enorme aumento da arrecadação após sua extinção?

Vale lembrar que o novo imposto, caso estabeleça a nova alíquota, renderá ao governo algo em torno de 5 a 6 bilhões de reais.
A partir desta semana este BLOG vai iniciar uma enquete sobre este assunto. Se possível, dê a sua opinião.

Portugueses deixam Portugal

Segundo dados publicados no Relatório Internacional sobre migrações de 2007 da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), 5 milhões de Portugueses, ou seja, quase a metade da população de Portugal, vivem fora do país. Só nos principais países de destino europeu, a percentagem de emigrantes aumentou 52% entre os anos de 2000 e 2006. Os principais países que recebem portugueses são: Suíça, Andorra, Luxemburgo, França, Espanha e Reino Unido.

Os dados confirmam que Portugal não deixou de ser fonte de mão de obra de outras nações, apesar de, a partir da década de 80, ter se tornado também um país de destino. Em alguns países como Espanha e Andorra, o número de portugueses duplicou nos últimos anos. As estimativas do Ministério do Trabalho espanhol já davam conta que, em dezembro de 2007, mais de 100.000 portugueses estariam por lá.
Os novos fluxos migratórios traduzem-se em dois tipos de emigrantes: Os que procuram um tipo de trabalho mais duradouro, que normalmente procuram a Suiça e Reino Unido, e aqueles recrutados por agências de trabalho temporário, que costumam ir para Espanha ou França.
Será que estamos diante de uma nova DIÁSPORA ?

Novo Campeonato de Futebol de Botão

Neste final de semana (17/5) foi realizado mais um campeonato de futebol de botões no bairro do Leblon. Um grupo de jovens aficcionados no esporte de mesa, acompanhados por um "coroa", disputaram a COPA SCHUERY. A disputa foi realizada na casa de Clarice e Felipe Schuery, regada a muita cerveja, coca-cola e cachorro quente. Foram 12 jogadores acompanhados por suas mulheres, namoradas e filhos que, durante mais de 5 horas, disputaram 20 jogos.

Oito equipes ultrapassaram a primeira fase do campeonato, e na fase seguinte, mais quatro foram eliminadas. Ficaram para as semi finais as equipes Guarani (Leo), Lango-Lango (Fábio), Tobola (Felipe) e Vasco (Paulo Pinheiro).




A finalíssima foi disputada entre as equipes VASCO E TOBOLA, terminando com o resultado de 2 x 1 para o VASCO. Foram 20 jogos, 55 gols e o artilheiro, com 6 gols, foi o Túlio, do time do Pedro Saraiva.


Por mais estranho que possa parecer, quero parabenizar o VASCO, campeão da COPA SCHUERY.